Doença: Viremia Primaveril da Carpa


Pesquisa realizada por Thiago André Vilela da Cruz, Rodrigo Paulella, orientados pelo professor Leandro Valente, como método de avaliação para Conclusão do Curso de Medicina Veterinária da Faculdade de Jaguariuna, turma de 2010.


Abaixo segue texto da imagem:

INTRODUÇÃO

A prática de confinamento de peixes se desenvolveu na China e Japão entre 970 a 1279 DC. No século 17 chegou na Europa, no século 19 na América do Norte e especificadamente no final do século 19 chegou no Brasil (FAO 2000).


A aquariofilia, movimenta cerca de três bilhões de dólares por ano (FAO 2000), um dos espécimes cultivados é a Ciprinus carpio ou Carpa (nome popular), animal que possui alta capacidade para suportar variação de temperaturas, entre 2oC a 34oC, e podem ser criadas em todo território nacional

São animais pacíficos, que convivem bem em cardumes e ou em interação com humanos, o que os torna apreciados por aquaristas e por consumidores de sua carne. A Carpa capim e carpa cabeçuda são alguns exemplares de peixes que são criados para consumo humano.

Nos sistemas de criação, uma das doenças que tem ocorrido com certa frequência é a Viremia Primaveril.

Dentro desta perspectiva se torna fundamental o levantamento de dados referentes à possíveis doênças que possam acometer a saúde destes animais, para que possamos como Médicos Veterinários traçarmos padrões de aparecimento e manifestações buscando tratamentos efetivos e sucesso no nosso trabalho!

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

A Viremia Primaveril da Carpa (VPC) é causada pelo Rhabdovirus carpio (Yanong, 2007), pode induzir uma rápida hemorragia aguda, tem alto poder de mortalidade e morbidade, principalmente em peixes juvenis, acomete diversas espécies de carpas e outras espécies.


A doença causada pelo Rhabdovirus foi relatada pela primeira vez na China, o nome de Viremia Primaveril da Carpa (VPC), é dado, pois os sinais clínicos começam a surgir no inicio da primavera, devido os animais estarem imunologicamente debilitados pela baixa temperatura da água no inverno, e ao início da primavera a temperatura da água aumenta, a doença ocorre temperatura em torno18oC  (Mabília, 2009)

O vírus pode sobreviver fora do hospedeiro na natureza por 5 semanas a 10oC, em lagoas com deposição de sedimento (lama) pode sobreviver por 6 semanas a 4oC e 4 semanas a 10oC, aves que comem peixes podem ser vetores da doença.

O vírus pode ser inativado se mantido em pH 12 por 10 minutos, pH 3 ou por 3 horas, por 30 minutos 60oC. Alguns desinfetantes que podem ser eficientes na inativação do vírus são: fomalina 3% por 5 minutos, hidróxico de sódio a 2% por 10 minutos, 540 mg. de cloro em um litro de água por 20 minutos (OIE), irradiação U.V. (254 nm) e irradiação gamma (103 krads). (ISUCVM, 2010)

Uma das formas de acesso do vírus ao hospedeiro é através das brânquias, e posteriormente o mesmo se propaga rapidamente atingindo o fígado, os rins, o baço e as brânquias. O cérebro apresenta menor presença de vírus e o animal infectado pode propagar a virose através da urina, das fezes, do muco branquial e exudatos de bolhas formadas na pele (OIE, 2010). Normalmente a transmissão é de forma horizontal, porém ela pode ser de forma vertical, uma vez que o vírus é encontrado em fluido ovariano.

Vetores qual se deve tomar cuidado são: o piolho d água (Argulus sp.) e Sanguessuga (Piscicola Sp.), pois, ao se alimentarem do sangue de um animal infectado, se tormam portadores do vírus, mas não apresentam a doença,  ao parasitarem um animal sadio transmitirão o Rhabdovirus carpio.

Os indícios característicos da VPC são, ascite abdominal (hidropisia  acúmulo de serosidade – Figura 3), úlceras em pele (Figura 1 e Figura 2), lesões em nadadeiras (Figura 4), escamas arrepiadas (eriçadas), natação lenta e com dificuldade (Mabília, 2009), alem de outros sinais citados por Yanong (2006) como: perda de sangue por cavidade anal, guelras, pele e olhos.


Figura 1 Animal apresentando úlceras na pele - Arquivo próprio


Figura 2 Animal apresentando úlceras na pele - Arquivo próprio



Normalmente os peixes infectados ficam próximos de uma zona de oxigenação no lago (na entrada da água, queda de cascata). (Yanong, 2006)


Os sinais clínicos de infecção secundária por bactérias, preferencialmente Aeromonas (A. salmonicida) ou (A. hydrophila) podem dificultar ou sobressair o correto diagnóstico (Petty, 2010).

A ingestão de um animal contaminado por Aeromonas hydrophila (alto poder de infecção), por um homem que esteja com debilidade no seu sistema imunológico pode levar a morte. (Vieira et al, 2004)

DISCUSSÃO
 
Com o crescimento da aquariofilia, surge a necessidade do medico veterinário, responsável tanto pelo processo de produção, como e pela qualidade do produto para o consumo final, podendo trabalhar em toda a cadeia produtiva, desde a orientação de qual espécie é melhor para determinada região, até no processamento do produto, focando principalmente as questões sanitárias e prezando e preservando sempre a saúde da população. (Gregolin, 2009)


O Ministério da Pesca e Aqüicultura criado pelo governo, planeja instituir novos projetos para o aumento da produção de pescados, com maior controle sanitário, gerando aumento da arrecadação e maior profissionalização do setor.


Um grande problema ainda enfrentado no setor é a falta de profissionais capacitados para o desenvolvimento da atividade, problema enfrentado em todos os níveis hierarquicos, prejudicando o incremento da produção. (Albinati,2007)

Embora haja espaço nesse emergente mercado de trabalho, o setor carece de profissionais capacitados para atuarem de forma a permitir a sustentabilidade do setor. (Albinati, 2007)

Mabília (2009) afirmou que o vírus causador da Viremia Primaveril, se multiplica em tecido renal e endotélio capilar, causando um desequilíbrio iônico, que pode levar os animais a morte. Todo invíduo infectado se torna um reservatório do vírus pelo resto da vida, por isso, quando comprovada, a doença, é de notificação obrigatória no MAPA e todo o lote terá de ser exterminado

Os sinais clínicos de infecção secundária por bactérias, preferencialmente Aeromonas (A. salmonicida) ou (A. hydrophila) podem dificultar ou sobressair o correto diagnóstico (Petty, 2010).

A ingestão de um animal contaminado por Aeromonas hydrophila (alto poder de infecção), por um homem que esteja com debilidade no seu sistema imunológico pode levar a morte. (Vieira et al, 2004)

A prevenção é sem dúvida alguma a melhor forma de controle da doença, para isso é importante manter boas práticas de higiene, como, ter um destino adequado para água de descarte, desinfecção de equipamentos utilizados na criação, desinfecção regular de lagos e lagoas, manejo adequado que diminua o estresse por manipulação, no inverno diminuir o volume de animais estocados em uma mesma lagoa, para que os índices químicos não se alterem rapidamente, se a criação possuir um controle de temperatura, e interessante manter a água entre 19 e 20º C

Quando a temperatura ultrapassa os 20º C, a doença desaparece, com temperatura acima dos 25º C os animais param de vir a óbito. É recomendado como tratamento de suporte, aumentar a temperatura do lago, caso não seja possível devido ao tamanho do lago, deve-se então, colocar o (s) animal (s) em um compartimento (aquário ou caixa d água), com a mesma água do lago, que possa manter o controle da temperatura. Após a cura do animal o mesmo não deve ser introduzido em ambiente sem controle de temperatura. (Untergasser)

CONCLUSÃO
 
Contudo concluimos que a Viremia Primaveril da Carpa (VPC) é uma patologia de extrema importancia economica,social e sanitaria.Pois a propagação viral ocorre de maneira rapida e descontrolada, por se tratar de virus muito nocivo e quase sempre letal.


A contaminação occore em lagos,lagoas e aquarios tambem, levando em consideração que todos os animais presentes terão contato com o virus e diversos deles seram portadores e vetores tambem.

A conclusão final de patologia, muitas vezes é distinta,pois o animal apresenta sempre sinais não faceis de serem analisados por individuos que não conheçam o animal.Isto ainda torna indispensavel um Medico Veterinario presente em criadouros,ate o consumidor final.

A profilaxia do virus pode ser feita atraves de cuidados com o pH e bom manejo nos locais, e tambem impedir vetores como : o piolho d água (Argulus sp.) e Sanguessuga (Piscicola Sp.), nos locais ou regiõs proximas.O virus nos demonstra muito resistente por ate semanas em lagoas,lagos e rios e que ainda indica cuidado dobrado para estes.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

GREGOLIN, A. REVISTA CFMV, ENTREVISTA ADEMIR GREGOLIN MINISTRO DA PESCA E AQUICULTURA, ANO 15/2009 NÚMERO 48 – SETEMBRO/OUTUBRO/NOVEMBRO/DEZEMBRO, PAGS 5-8.
MABILIA, R, G, SANIDADE DE PEIXES ORNAMENTAIS, palestra apresentada na Importadora Aquarium Barra Funda em curso BIOSSEGURIDADE NA CRIAÇÃO E COMÉRCIO DE PEIXES ORNAMENTAIS, SÃO PAULO, SP. 2009
OIE. Manual of Diagnostic Tests for Aquatic Animals 2003: SPRING VIRAEMIA OF CARP. Disponível em: . Acesso em: 04 jun. 2010.
YANONG, R. P. E, PEIXES DE AQUÁRIO, apud in ATLAS DE MEDICINA, TERAPEUTICA E PATOLOGIA DE ANIMAIS EXÓTICOS, INTERBOOCK, 2006 – SÃO CAETANO DO SUL - SÃO PAULO, PAGS. 81-111



Matéria postada por:

Med. Vet. Thiago André Vilela da Cruz 

Av. Dr. Armando Sales de Oliveira, 730 Taquaral Campinas SP - Cep 13076-015

Fone + 55 19 3294-0644 FAX +55 19 3294-9055

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS A THIAGO ANDRÉ VILELA DA CRUZ, PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL POR QUALQUER MEIO SEM A AUTORIZAÇÃO POR ESCRITO DO AUTOR.




Em Deus nós confiamos !


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ENAQUA 2010 - Encontro de Aquaristas 16/10/2010


16/10/2010
ENAQUA 2010Encontro de Aquaristas da Região Metropolitana de Campinas
Horário: Das 9h00 as 17h00

Local: Auditório do Museu de História Natural do Bosque dos Jequitibás, Campinas/SP
(Rua Cel. Quirino, nº 2)

Público alvo: Aquaristas hobbystas de todas as idades

Apresentação: Encontro de hobbystas da região, palestras indutivas sobre: Betta splendens, Guppy, Killifish e Nutrição de peixes ornamentais (em aquários); proferidas por expressivos criadores nacionais e consultor técnico da Aquarium Group.

Investimento: R$ 40,00*/Pessoa

Vagas: Limitadas (100)

Co-Realização: Aquarius Hobby e Betta Brasil WebSite

Patrocínio: Sera®

Apoiadores: Guppy Campinas, Sunshine Piscicultura, Aquário de Campinas, CEA - Centro de Estudos de Aquariofilia e UBK - União Brasileira de Killifilia.

Palestrantes:
09h00/10h00

Vitor Calil Chevitarese - Melhora do Plantel Nacional de Bettas splendens
O palestrante sugere uma estratégia para se conseguir melhorar o plantel nacional de Bettas, iniciando por um rápido histórico das diversas etapas pelas quais passam os criadores de Bettas, mostra as lacunas existentes nesse processo, e as preenche com sugestões viáveis para se atingir a meta pretendida.

10h00/11h00

Homero Martins Mendes Ferreira - Criando Guppies

- Água: seus aspectos e cuidados

- Importância da sexagem

- Seleção

- Reprodução

- Descarte

- Linhagens

14h00/15h00

Américo Saint Jean Campos Filho - Killifishs do Gênero Nothobranchius

- Definição do nome latim

- Primeira descoberta e descrição ( N. orthonotus)

- Origem das espécies e local de ocorrência

- Biótopo, tempo de estiagem e tempo de durabilidade das poças

- Variabilidade de espécies dentro do gênero

- Adaptação ao cativeiro

- Reprodução

- Ovos, Diapausa, substrato de desova

- Manejo

- Alimentação

- Parâmetros de água: ph, temperatura, salinidade

- Aquários

- Plantas

- TPAs, filtros, oxigenação

- Dificuldades na aquisição, informações e conhecimentos gerais sobre o gênero

15h00/16h00

Vladimir Simões - Nutrição de peixes ornamentais em aquários

- Demandas dos Peixes e Especificidade na alimentação

- Alimento no aquário: qualidade do sistema

- Principais categorias nutricionais:

. Proteínas (aminoácidos)

. Pigmentos

. Lipídeos (gorduras e ácidos graxos)

. Carboidratos

. Fibras

. Minerais

. Vitaminas

. Anti-nutrientes

- Estratégia alimentar

- Tipos de alimentos: flocos, extrusados, liofilizados, desidratados, congelados, vivos, alimentos caseiros


Durante todo o evento, o ícone da killifilia brasileira, biólogo (UNITAU) e administrador de empresas (FAAP), Dalton Nielsen, que estuda a família dos Rivulidae, killifishes sul americanos, desde o anos 80, período em que descobriu e classificou diversas espécies de killifishes; estará expondo, vendendo e autografando suas obras:



Simpsonichthys e Nematolebias - Seu primeiro livro, lançado em 2008. Nele há informações técnicas sobre 54 espécies e temas como ecologia, distribuição geográfica, reprodução, alimentação, morfologia e doenças. O que é interessante sobre esses peixes, além do fato de que eles são peixes anuais, é que eles podem ser encontrados em diferentes áreas ecológicas e ecossistemas, o que proporciona uma grande variedade de formatos e cores. Preço de capa: R$ 60,00
Cynopoecilini - Lançado em 2010, o segundo livro, versa sobre o grupo de peixes anuais, sul americanos, mais ameaçados de extinção. De um total de 19 espécies que compõem o grupo, três espécies são consideradas extintas na natureza e outras 07 espécies estão criticamente em perigo, 02 são consideradas em perigo e outras duas são vulneráveis. Apenas o gênero Cynopoecilus não há risco eminente de extinção. Preço de capa: R$ 36,00

Adquirindo as 2 obras juntas, você pagará R$ 90,00.

Aproveite esta oportunidade para conversar e interagir diretamente com o pesquisador brasileiro que vem se destacando no cenário nacional e internacional da killifilia.




Inscrições Eletrônicas: Clique aqui


* Aceitamos pagamentos via: cartões de crédito (vários), boleto bancário, depósito/transferência bancária (Banco do Brasil e Itaú).

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Vídeo: Como montar alimentador automático (analógico) para aquário

Video explicativo de como montar e regular alimentador automático para aquário, modelo analógico.



Thiago Cruz

Av. Dr. Armando Sales de Oliveira, 730 Taquaral - Campinas SP CEP. 13076-015 Fone: +55 19 32949055 ou +55 19 19 32940644.
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Vídeo: Lagos que a Aquarius Hobby presta serviço

Neste vídeo temos alguns dos lagos que a Aquarius Hobby presta serviço de manutenção e limpeza.



Thiago Cruz

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Vídeo: Aquários Água Doce de Clientes

Neste vídeo, apresentamos alguns dos aquários q a Aquarius Hobby presta manutenção:























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Vídeo: Como montar e instalar filtro canister parte 1 e 2

Neste vídeo você pode acompanhar a ilustração o passo a passo da montagem de um filtro canister, com dicas.

Vídeo parte 1:




Vídeo parte 2:




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VIdeo: Como montar e instalar filtro Azoo Mignon Skin

Video abaixo ilustra de maneira simples como contar e instalar um filtro externo com skimmer.





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Vitrine: Lago feito pela equipe Aquarius Hobby

A equipe Aquarius hobby, sempre esteve presente nos lagos fazendo a parte de filtragem, somente se especializando neste aspecto, mas decidimos fazer o serviço e construção total , para melhor atender os clientes, e fazer o melhor trabalho possível, assim sendo, este lago feito em Vinhedo foi nosso primeiro, completo montado por nosso equipe, segue abaixo o fruto de nosso primeiro trabalho.



Aqui, é o Jardim de inverno, onde será desmontado para a construção do lago, foram tiradas todas as plantas e demais coisas.


Depois de tudo tirado, foi cavado o lago no formato desejado.


Aqui, já o lago com a lona, própria para lagos, as pedras dando o contorno do lago e a areia ao fundo.




Lago já pronto, com as carpas nadando em sua nova casa.



Visão geral, do belíssimo lago pronto.



Visão de outro ângulo do lago.


O lago ficou muito bonito depois de pronto, como constatam as fotos, ficamos felizes que o primeiro lago foi um sucesso absoluto, de muitos outros que virão.


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Paulo Oliveira - aquariushobby@email.com

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Notícia - 1° ENCAP loja Aquarius Rio Claro - 18/04/2010

O 1º Encontro Nacional de Criadores e Aquapaisagistas da Aquarius - Rio Claro/SP (18/04/2010), foi um sucesso, com palestras o dia todo, e um publico animado e apaixonado que absorvia tudo muito atentamente.
Estiveram presentes no evento representando a Aquarius Hobby: Thiago Cruz, e Paulo Oliveira


Danieli, abre o dia de palestras com Marcio Araujo falando sobre Bettas.


Marcio da as dicas de uma criação bem sucedida de Bettas, explicando os detalhes e as minúcias da espécie.

Após a palestra de Bettas, foi a palestra sobre Killifish, Paulo Roberto, mais conhecido como Paulo “Tosador” nos da uma aula sobre estes simpáticos e belos peixes de canal e poças temporárias.


Aqui, Paulo nos mostra como fazer uma “Bruxinha” ou Mop de lã acrílica, que na verdade é um amontoado de fios de lã que simulam as raízes de plantas, locais onde Killifishes não anuais põem  seus ovos.

Ambiente onde as palestras eram ministradas, detalhe para o belíssimo e grande aquário plantado a direita.


Aquário plantado belíssimo para guppys na entrada da loja.


Marcio dando umas aulas sobre bettas na área externa da loja.


Homero nos deu uma bela palestra sobre os coloridos guppys, ou lebistes.


Lago de Ciclideos africanos na área externa da loja


E o lago de carpas na entrada da loja.


Esperando a hora do almoço na área externa da loja, da esquerda para direita:
Tonico, Flavio, Carlinhos, Fernando e Thiago.


Após o almoço Reinaldo nos deu uma aula expositiva sobre plantados e aquascaping.



Pessoal na aula pratica sobre aquascaping.



E por fim, Vladimir nos deu uma ótima palestra sobre doenças e profilaxia de peixes ornamentais.



Pseudoepliplatys Anullatus, killifish africano não anual.


Belíssimo Red Crystal, camarão de água doce.


Red Crystal nadando alegremente.


Aphyosemion australe gold ou popularmente conhecido como cauda de lira, um curioso e belo killifish não anual.

Paulo, da Aquarius Hobby, pego desprevenido enquanto fotografava os killies.


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Paulo Oliveira - aquariushobby@email.com
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