TERMODINAMICA DOS REPTEIS I

Todos os repteis são ectotermicos, ou seja, animais de sangue frio, os quais dependem de fonte externa de calor para manter sua temperatura corpórea e conseqüentemente as suas funções fisiológicas.

Desta forma as temperaturas corpóreas destes animais sofrem constantemente influencia do ambiente, porém isso não quer dizer que estes não consigam manter um controle de sua temperatura.

Os repteis vem se adaptando a milhares de anos, desenvolvendo mecanismos e técnicas para melhor controlar sua termoregulação, ou seja, diferente do que se pensava antigamente a temperatura corpórea de um réptil não reflete a temperatura ambiente.

O comportamento especifico das espécies de repteis que são mantidas em cativeiro deve ser conhecido no intuito de fornecer um ambiente apropriado no cativeiro. Basicamente, existem dois tipos de comportamento de termorregulação. Repteis que são heliotermicos, se aquecem ao sol para a regulação do calor e os que são tigmotermicos absorvem o calor por condutância dos objetos presentes no ambiente.

Repteis em cativeiro devem ser mantidos em conforto térmico, conhecido como “zona de temperatura ideal”, para isso, hoje no mercado nacional existem diversos produtos que conseguem muito bem representar o meio natural, e trazer ao cativeiro os comportamentos mais próximos da natureza (porém não há cativeiro que substitua a vida livre de um animal).

Estudos fisiológicos, filogenéticos e etológicos de cada espécie bem como o conhecimento de seus habitats naturais podem fornecer as informações necessárias para determinarmos a zona de temperatura ideal adequada para cada espécie dentro de um ambiente artificial.

Existem vários tipos de zona de temperatura ideal (ZTI), em função das adaptações destas espécies aos diversos biótipos habitados por estes animais, porém grande parte da zona térmica ideal das diversas espécies se encontram entre 20° e 39° Celsius.

A temperatura influencia diretamente todas as atividades metabólicas do organismo uma vez que a maior parte das reações bioquímicas é mediada por enzimas e estas por sua vez são temperatura-dependentes.
Portanto, se a temperatura do corpo do animal não estiver dentro de uma zona ideal, podemos verificar significativas disfunções que podem mesmo culminar com a morte do individuo.

Temos como exemplo situações em que a temperatura se encontra baixa, havendo queda na taxa de digestão alimentar e conseqüentemente putrefação do alimento dentro do trato digestivo e diversos outros problemas subseqüentes. Assim como a temperatura elevada que pode causar incapacidade de realizar funções metabólicas essenciais a manutenção da vida.

É importante após a decisão de se adquirir um réptil, a consulta a um médico veterinário especialista, o qual determinara as necessidades do animal em ambientes artificiais e seus cuidados.


Escrito por: Ronaldo Matias de Araujo (Medico Veterinário de Silvestres e Pequenos Animais).


BIBLIOGRAFIA:

GOULART, Carlos E. S.. Herpetologia, Herpetocultura e Medicina de Répteis. 1° edição Rio de Janeiro: L.f.livros, 2004.


AGUILAR, Roberto; DIVERS, Sonia M. Hernández-; DIVERS, Stephen J. Hernández-. Atlas de Medicina, Terapêutica e Patologia de Animais Exóticos. 1° edição São Caetano do Sul, Sp: Interbook, 2006.


CUBAS, Zalmir S.; SILVA, Jean C. R.; CATÃO-DIAS, J. L.. Tratado de Animais Selvagens: Medicina Veterinária. 1° edição São Paulo: Roca, 2006.

ALDERTON, David..Firefly encyclopedia of the vivarium. 1° edição U.S: A Firefly Book 2007.

BAYS, T. B; LIGHTFOOT, T; MAYER, J.. Comportamento de animais exóticos de companhia: Aves, repteis e mamíferos de pequeno porte. 1° edição São Paulo: Roca, 2009.
Matéria postada por:
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Notícias: 3º Encontro Betta Brasil


É com imensa satisfação que anunciamos que o 3º Encontro Betta Brasil de Criadores Hobbystas de Peixes Ornamentais já tem data, hora e local marcado para acontecer.

O evento acontecerá no dia 10/10/2009, em nosso tradicional ponto de encontro, no agradabilíssimo Bar do Cação, no bairro Taquaral, em Campinas (SP). O evento tem hora para começar (12h00) e poderá se estender até que as portas do estabelecimento se fechem, por volta das 24h00. Trata-se de um encontro social, informal e familiar.


O ambiente é pequeno (capacidade para receber 80 pessoas), portanto providencie rapidamente sua pré-adesão ao evento, garantindo acomodação confortável para você e sua família.


Seu investimento será o que consumir na casa. Além do premiadíssimo chopp servido na casa, vale experimentar os tradicionais quitutes do bar (camarão empanado, escondidinho de carne seca, entre outros). A tabela de preços é camarada e a conta poderá ser paga também através dos principais cartões de crédito e débito que operam no país.


Nosso patrocinador oficial, a loja Aquarius Hobby (Campinas-SP) e o WebSite Betta Brasil, estarão distribuindo brindes e promovendo sorteios para os participantes do evento.


A proposta é a de promover o congraçamento de criadores e suas famílias, em torno da nossa paixão, nosso hobby. Aproveitar a oportunidade para trocar experiências, discutir manejos, esclarecer dúvidas, falar muito dos nossos queridos peixes. A cada edição do encontro construímos novas amizades, criamos oportunidades para visitação das estufas alheias, forjamos vínculos e parcerias.


Não está confirmado ainda, mas é muito provável que a galera da baixada santista, ligada ao GCK (Grupo de Criadores de KilliFishs), nossos amigos cariocas do CEA (Centro de Estudos de Aquariofilia) e também do GCHG (Grupo de Criadores Hobbystas de Guppies), além dos paulistas do CCG-SP (Clube de Criadores de Guppy), marquem presença. Portanto, já dá para perceber que o caldeirão vai ferver! Conversa e história para contar e escutar, não vai faltar!


Esperamos poder contar com a sua presença e de sua família neste encontro, que continue prestigiando nosso WebSite e participando da nossa comunidade virtual, hospedada no Yahoo Grupos®!


Evento:
3º ENCONTRO BETTA BRASIL DE CRIADORES HOBBYSTAS DE PEIXES ORNAMENTAIS
Data:
10/10/2009 (Sábado)
Hora:
A partir das 12h00 (podendo se estender até às 24h00)
Estilo:
Encontro social, informal e familiar
Investimento:
Será o que você e seu grupo consumir na casa
Local:
BAR DO CAÇÃO
Endereço:

Av Armando Sales de Oliveira, 55
Taquaral
Campinas, SP

Mapa:
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Telefone:
19 3255-7346
Contatos:
Giulio e Valéria
Saiba Mais:
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Realização:
BETTA BRASIL WEBSITE
URL:
http://www.bettabrasil.com.br
e-Mail:
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Contatos:
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Noticias: Novas espécies de coral são achadas em Galápagos


Cientistas descobriram até seis novas espécies de coral perto das Ilhas Galápagos, na costa do Equador, alimentando esperanças de que as formações podem ser mais resistentes ao aquecimento dos oceanos do que se acreditava.


O pesquisador Terry Dawson, da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha, que realizou a pesquisa marinha, disse à BBC Brasil que foram encontradas "cinco ou seis espécies novas para a ciência", além de "três outras que são novas para as Galápagos e são semelhantes a espécies encontradas em lugares como o Panamá e a Costa Rica".

Dawson acrescentou que também foi achada uma espécie que os cientistas acreditavam ter desaparecido após a última grande manifestação do fenômeno El Niño, entre 1997 e 1998.


O projeto de três anos, que procura auxiliar o governo do Equador na preservação do ecossistema das Galápagos, concentrou-se em duas ilhas - Wolf e Darwin - no noroeste do arquipélago.


El Niño
A descoberta levanta duas questões, disse Dawson. A primeira hipótese é que os corais seriam mais resistentes ao aquecimento das águas decorrente do El Niño do que se acreditava.

A segundo é que os corais podem estar se adaptando e se tornando mais resistentes ao fenômeno.

O pesquisador admite, contudo, que há pessimismo no mundo científico quanto ao futuro dos corais. Em longo prazo, se os corais não forem destruídos pelo aquecimento das águas, podem acabar vítimas da acidificação dos mares.


Esse fenômeno é provocado pela concentração de dióxido de carbono na atmosfera, que também provoca o aquecimento global.

Recifes de coral são formados por depósitos de carbonato de cálcio deixados ao longo de milhares de anos por bilhões de pequenos organismos chamados pólipos de coral.


Matéria retirada do site: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/bbc/2009/09/10/ult4432u2431.jhtm - no dia 10/09/2009




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