Dica: Como montar uma maleta de manutenção



Esta postagem fala um pouco dos materiais necessários para se ter numa maleta de manutenção.

Começando primeiramente com a maleta em si:



 A mesma deve ser resistente, relativamente grande (para que caibam todos os acessórios, de fácil abertura, transporte e com pequenos espaços (para que caiba testes e tubos para testes).

 

Vamos dividir a maleta em acessórios para aquários, testes e maleta acessórios para instalação elétrica, pois quem trabalha no ramo sabe a decepção que é estar terminando a instalação elétrica na casa do cliente e perceber que acabou parafuso para fixação do reator, sendo assim ou pode ter duas maletas de tamanho médio ou uma maleta grande, eu prefiro duas maletas de tamanho médio, pois às vezes faço manutenção de moto e sei que uma maleta grande não é possível fixar na moto.

Então vamos passar a check list da maleta acessórios para aquário:

•    Teste: (lembrando para quem trabalha no ramo, que os testes devem ser de água doce e salgada)
•    pH;
•    Amônia;
•    Nitrito;
•    Nitrato;
•    Cálcio;
•    Fosfato;
•    KH (Dureza carbonatária);
•    GH (Dureza total);
Guarde sempre as instruções e tabelas de valores dentro desta maleta, pois nem sempre decoramos todos os métodos e cores de cada teste, sendo assim podemos '' colar '' e dar uma olhadinha de vez em quando para refrescar a memória.



Continuando nesta maleta podemos acrescentar
•    Pipetas e seringas (para coletar a água);
•    Cartão de crédito (utilizo muito cartões de crédito para a limpeza de aquários marinho, para retirar aquelas algas calcárias do vidro frontal);
•    Isqueiro (não recomendo '' gambiarras '', mas pode ser que necessite esquentar algum cano);
•    Imã, para limpeza em aquários muito altos ou de difícil manipulação;
•    Cortador de vidro, quando se vende o aquário juntamente com um filtro externo, a tampa não vem com o corte para o filtro, sendo então necessário cortar o vidro para que a tampa encaixe perfeitamente por todo o aquário;
•    Lixa (para passar na parte do vidro que fora cortadada, assim esta parte não fica cortante;
•    Fita métrica (pode ser uma trena de enrolar ou a dobrável);
•    Tesoura;
•    Pinça (para plantas);
•    Canivete;




•    Estilete;
•    Escova de dente;
•    Maleta de ferramentas (uma maletinha simples e bem pequena);
•    Fixador de mangueira no vidro;
•    Caneta;
•    Bloco de orçamento;
•    Silicone em bisnaga;
•    Teste de voltagem (isto é muito importante, pois muitas vezes o proprietário não sabe qual a voltagem da tomada;
•    Super bonder;
•    Extensão elétrica, Benjamin ou T;








Continuando ainda com a maleta de testes eu acrescento produtos coringas ou produtos que sempre acabam e que ajuda muito se tiver esses produtos a mão, é venda garantida.

Os produtos são:

•    Alcalinizante;
•    Acidificante;
•    Aqua Safe desclorificante;
•    Stress Zyme biologia;
•    Stress Coat desclorificante;
•    Bactericida;
•    Parasiticida;

Todos os produtos apresentados acima ficam na maleta de testes, já a outra maleta seria a de instalação elétrica, nela acrescentamos:




 •     Super bonder;
•    Parafusos, buchas e pregos de diversos tamanhos (lembrando que é muito importante ter parafusos bem pequenos, uma vez que quando se instala um reator em uma tampa de madeira, se utilizar um parafuso grande, acaba ultrapassando o outro lado da madeira, estragando a tampa);
•    Ferramentas como chave de fenda, Philips, alen, martelo, alicate, alicate ponta fina, alicate de corte, eu gosto muito de utilizar uma furadeira e parafusadeira;
•    Broca;
•    Teste de voltagem;
•    Fita zip;
•    Durex;




•    Fita isolante;
•    Veda rosca;
•    Fita métrica;
•    Extensão elétrica;
•    Pino macho,
•    Interruptor;




Terminado as maletas, é necessário ainda um ou dois baldes (com capacidade de 15 a 20 litros) para realizar  trocas parciais de água.




Junto com o balde podemos colocar:

•    Panos;
•    Jornal;
•    Esponja;
•    Bucha
•    Pinça para plantar;
•    Tesoura
•    Sifão;
•    Mangueira;
•    Rede para pegar peixes;





Sendo esta uma lista praticamente completa de acessórios básico para a manutenção em aquário doces, marinhos e lagos.

Matéria postada por:

Thiago Cruz - thiago@aquariushobby.com.br

Av. Dr. Armando Sales de Oliveira, 730 Taquaral - Campinas SP CEP. 13076-015 Fone: +55 19 32949055 ou +55 19 32940644.


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Video: Conheça o trabalho dos piabeiros na Amazônia

Este vídeo mostra fantásticas paisagens, rio exuberantes e o trabalho dos piabeiros na Amazônia.

Programa apresentado no Domingo, 02/08/2009
O mergulho nas águas escuras do Rio Negro mostra como é sua vida aquática e a rentabilidade do mercado de peixes ornamentais.




Vídeo retirado do site: http://video.globo.com/
dia 15/12/2009

* A Aquarius Hobby não se responsabiliza pelas informações contidas no vídeo.


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Curso: Certificado para colagem de Geomembrana

No dia 09/11/09 foi realizado o curso de capacitação para colagem da manta vedação de lagos, reservatórios, canais de vinhaça, biodigestores e piscinas, chamada Geomembrana EPDM. A Aquarius Hobby foi convidada pela Sra. Hayra Beirigo, proprietária da loja AQUAVITTA – Lagos Ornamentais e Aquarismo.

O curso foi oferecido pela empresa internacional Firestone, realizado na cidade de Mauá-SP.

Este curso é de extrema importância para pessoas que trabalham com lagos ornamentais, pois a Firestone dá garantia contra vazamentos de lagos que foram feitos por pessoas certificadas após o treinamento.


O objetivo básico do curso foi nos ensinar a correta técnica para colagem da Geomembrana EPDM e o produtos para o qual utilizar, todos fornecidos pela Firestone e vendidos pela Aquarius Hobby. Foi passado também um pouco da história da empresa, regras gerais, normas de segurança e outros produtos produzidos pela Firestone voltados para a área de vedação.


O primeiro projeto da Firestone Specialty Produtcs foi realizado em 1973 o chamado Firestone Lining (Indy Rubber), Murcia (Espanha), na Europa em 1989 o primeiro projeto FBP foi com Canal de irrigação; Scilia na Itália. Hoje existem mais de 30 milhões de m2 instalados na Europa e mais de 35 milhões de m2 pelo resto do mundo.

Começamos então com o primeiro desafio que foi realizar a junção de dois pedaços da membrana. Primeiramente o processo fora realizado pelo funcionário responsável por avaliar possíveis vazamentos da membrana em lagos.


Na foto abaixo podemos ver Tayra e Hayra realizando a colagem e Nestor (técnico responsável) acompanhando.


Já a que segue mostra o responsável técnico pela parte de lagos da Aquarius Hobby Amauri, palestrante Firestone Fernando e o paisagista Roberto Bergamo.



Logo após a colagem das mantas, nosso serviço foi avaliado e aprovado, em seguida fomos para a segunda parte do curso, realizar a colagem da Geomembrana EPDM correta de cantos internos e cantos externos.




Na foto acima temos o molde que foi usado de exemplo para colagem de cantos.

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Thiago Cruz - thiago@aquariushobby.com.br

Av. Dr. Armando Sales de Oliveira, 730 Taquaral - Campinas SP CEP. 13076-015 Fone: +55 19 32949055 ou +55 19 19 32940644.




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Tour Aquarius Hobby Video

Acompanhe nesses videos um passeio pela nossa loja física .


Video da parte externa da loja:




Video da parte interna da loja:



















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Thiago Cruz - thiago@aquariushobby.com.br

Av. Dr. Armando Sales de Oliveira, 730 Taquaral - Campinas SP CEP. 13076-015 Fone: +55 19 32949055 ou +55 19 19 32940644.




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TERMODINAMICA DOS REPTEIS II

www.asa.org.uk/.../0/reptile_eye_300_rfpwo.jpg

APLICANDO A TERMODINÂMICA NO TERRÁRIO

O terrário deve possuir condições microclimáticas, de forma que o animal possa por si só adequar sua temperatura corpórea de acordo com suas necessidades. Isso pode ser conseguido quando um dos lados do terrário esteja mais quente (28ºC) do que o outro (24ºC).

http://www.netdeals.us/images/terrariums/reptile-terrarium.jpg

Essa diferença de temperatura pode ser conseguida colocando um dos lados a fonte de calor, sendo este o lado mais quente. O aquecimento permite que os animais mantenham-se ativos durante todo o ano, mesmo em regiões frias e inverno.

As fontes de calor podem ser placas de aquecimento, cabos de aquecimento, pedras aquecidas ou lâmpadas, e como já citado anteriormente, de fácil encontro em lojas do ramo. O uso de medidores de temperatura no terrário é fundamental também, garantindo o acompanhamento termal do habitat.

http://www.adriftwood.com/images/Andrzej03.jpg

Além disso, deve-se tomar cuidado com queimaduras em repteis por fonte de calor exacerbada, já que tais animais têm uma menor sensibilidade tátil ao calor, porém, problema de fácil correção quando se tem terrários apropriados para criação de repteis (assunto que abordaremos melhor nos próximos artigos).

E lembrete... O conhecimento de biologia e fisiologia é fundamental para uma melhor qualidade de vida do seu pet, converse com o seu veterinário e entenda melhor o seu animal. Abaixo seguem algumas referencias de temperatura corporal em repteis (zona ideal de temperatura)
http://www.exo-terra.com/nactus/nactus2008_nominees/cat6_3.php?lang=en

Iguana (Iguana iguana) 29° - 39°C
Jibóia (Boa constrictor) 26° - 34°C
Leopard Gecko (Eublepharis macularius) 28°C
Dragão Barbado (Pogona vitticeps) 35°C
Corn Snake (Elaphe guttata) 30° - 34°C
Teiú (Tupinambis teguixin) 35°C


Escrito por: Ronaldo Matias de Araujo (Medico Veterinário de Silvestres e Pequenos Animais).

BIBLIOGRAFIA:

GOULART, Carlos E. S.. Herpetologia, Herpetocultura e Medicina de Répteis. 1° edição Rio de Janeiro: L.f.livros, 2004.

AGUILAR, Roberto; DIVERS, Sonia M. Hernández-; DIVERS, Stephen J. Hernández-. Atlas de Medicina, Terapêutica e Patologia de Animais Exóticos. 1° edição São Caetano do Sul, Sp: Interbook, 2006.

CUBAS, Zalmir S.; SILVA, Jean C. R.; CATÃO-DIAS, J. L.. Tratado de Animais Selvagens: Medicina Veterinária. 1° edição São Paulo: Roca, 2006.

ALDERTON, David..Firefly encyclopedia of the vivarium. 1° edição U.S: A Firefly Book 2007.

BAYS, T. B; LIGHTFOOT, T; MAYER, J.. Comportamento de animais exóticos de companhia: Aves, repteis e mamíferos de pequeno porte. 1° edição São Paulo: Roca, 2009.




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TERMODINAMICA DOS REPTEIS I

Todos os repteis são ectotermicos, ou seja, animais de sangue frio, os quais dependem de fonte externa de calor para manter sua temperatura corpórea e conseqüentemente as suas funções fisiológicas.

Desta forma as temperaturas corpóreas destes animais sofrem constantemente influencia do ambiente, porém isso não quer dizer que estes não consigam manter um controle de sua temperatura.

Os repteis vem se adaptando a milhares de anos, desenvolvendo mecanismos e técnicas para melhor controlar sua termoregulação, ou seja, diferente do que se pensava antigamente a temperatura corpórea de um réptil não reflete a temperatura ambiente.

O comportamento especifico das espécies de repteis que são mantidas em cativeiro deve ser conhecido no intuito de fornecer um ambiente apropriado no cativeiro. Basicamente, existem dois tipos de comportamento de termorregulação. Repteis que são heliotermicos, se aquecem ao sol para a regulação do calor e os que são tigmotermicos absorvem o calor por condutância dos objetos presentes no ambiente.

Repteis em cativeiro devem ser mantidos em conforto térmico, conhecido como “zona de temperatura ideal”, para isso, hoje no mercado nacional existem diversos produtos que conseguem muito bem representar o meio natural, e trazer ao cativeiro os comportamentos mais próximos da natureza (porém não há cativeiro que substitua a vida livre de um animal).

Estudos fisiológicos, filogenéticos e etológicos de cada espécie bem como o conhecimento de seus habitats naturais podem fornecer as informações necessárias para determinarmos a zona de temperatura ideal adequada para cada espécie dentro de um ambiente artificial.

Existem vários tipos de zona de temperatura ideal (ZTI), em função das adaptações destas espécies aos diversos biótipos habitados por estes animais, porém grande parte da zona térmica ideal das diversas espécies se encontram entre 20° e 39° Celsius.

A temperatura influencia diretamente todas as atividades metabólicas do organismo uma vez que a maior parte das reações bioquímicas é mediada por enzimas e estas por sua vez são temperatura-dependentes.
Portanto, se a temperatura do corpo do animal não estiver dentro de uma zona ideal, podemos verificar significativas disfunções que podem mesmo culminar com a morte do individuo.

Temos como exemplo situações em que a temperatura se encontra baixa, havendo queda na taxa de digestão alimentar e conseqüentemente putrefação do alimento dentro do trato digestivo e diversos outros problemas subseqüentes. Assim como a temperatura elevada que pode causar incapacidade de realizar funções metabólicas essenciais a manutenção da vida.

É importante após a decisão de se adquirir um réptil, a consulta a um médico veterinário especialista, o qual determinara as necessidades do animal em ambientes artificiais e seus cuidados.


Escrito por: Ronaldo Matias de Araujo (Medico Veterinário de Silvestres e Pequenos Animais).


BIBLIOGRAFIA:

GOULART, Carlos E. S.. Herpetologia, Herpetocultura e Medicina de Répteis. 1° edição Rio de Janeiro: L.f.livros, 2004.


AGUILAR, Roberto; DIVERS, Sonia M. Hernández-; DIVERS, Stephen J. Hernández-. Atlas de Medicina, Terapêutica e Patologia de Animais Exóticos. 1° edição São Caetano do Sul, Sp: Interbook, 2006.


CUBAS, Zalmir S.; SILVA, Jean C. R.; CATÃO-DIAS, J. L.. Tratado de Animais Selvagens: Medicina Veterinária. 1° edição São Paulo: Roca, 2006.

ALDERTON, David..Firefly encyclopedia of the vivarium. 1° edição U.S: A Firefly Book 2007.

BAYS, T. B; LIGHTFOOT, T; MAYER, J.. Comportamento de animais exóticos de companhia: Aves, repteis e mamíferos de pequeno porte. 1° edição São Paulo: Roca, 2009.
Matéria postada por:
Av. Dr. Armando Sales de Oliveira, 730 Taquaral - Campinas SP CEP. 13076-015 Fone: +55 19 32949055 ou +55 19 19 32940644.

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Notícias: 3º Encontro Betta Brasil


É com imensa satisfação que anunciamos que o 3º Encontro Betta Brasil de Criadores Hobbystas de Peixes Ornamentais já tem data, hora e local marcado para acontecer.

O evento acontecerá no dia 10/10/2009, em nosso tradicional ponto de encontro, no agradabilíssimo Bar do Cação, no bairro Taquaral, em Campinas (SP). O evento tem hora para começar (12h00) e poderá se estender até que as portas do estabelecimento se fechem, por volta das 24h00. Trata-se de um encontro social, informal e familiar.


O ambiente é pequeno (capacidade para receber 80 pessoas), portanto providencie rapidamente sua pré-adesão ao evento, garantindo acomodação confortável para você e sua família.


Seu investimento será o que consumir na casa. Além do premiadíssimo chopp servido na casa, vale experimentar os tradicionais quitutes do bar (camarão empanado, escondidinho de carne seca, entre outros). A tabela de preços é camarada e a conta poderá ser paga também através dos principais cartões de crédito e débito que operam no país.


Nosso patrocinador oficial, a loja Aquarius Hobby (Campinas-SP) e o WebSite Betta Brasil, estarão distribuindo brindes e promovendo sorteios para os participantes do evento.


A proposta é a de promover o congraçamento de criadores e suas famílias, em torno da nossa paixão, nosso hobby. Aproveitar a oportunidade para trocar experiências, discutir manejos, esclarecer dúvidas, falar muito dos nossos queridos peixes. A cada edição do encontro construímos novas amizades, criamos oportunidades para visitação das estufas alheias, forjamos vínculos e parcerias.


Não está confirmado ainda, mas é muito provável que a galera da baixada santista, ligada ao GCK (Grupo de Criadores de KilliFishs), nossos amigos cariocas do CEA (Centro de Estudos de Aquariofilia) e também do GCHG (Grupo de Criadores Hobbystas de Guppies), além dos paulistas do CCG-SP (Clube de Criadores de Guppy), marquem presença. Portanto, já dá para perceber que o caldeirão vai ferver! Conversa e história para contar e escutar, não vai faltar!


Esperamos poder contar com a sua presença e de sua família neste encontro, que continue prestigiando nosso WebSite e participando da nossa comunidade virtual, hospedada no Yahoo Grupos®!


Evento:
3º ENCONTRO BETTA BRASIL DE CRIADORES HOBBYSTAS DE PEIXES ORNAMENTAIS
Data:
10/10/2009 (Sábado)
Hora:
A partir das 12h00 (podendo se estender até às 24h00)
Estilo:
Encontro social, informal e familiar
Investimento:
Será o que você e seu grupo consumir na casa
Local:
BAR DO CAÇÃO
Endereço:

Av Armando Sales de Oliveira, 55
Taquaral
Campinas, SP

Mapa:
Clique aqui
Telefone:
19 3255-7346
Contatos:
Giulio e Valéria
Saiba Mais:
Clique aqui
Realização:
BETTA BRASIL WEBSITE
URL:
http://www.bettabrasil.com.br
e-Mail:
falecom@bettabrasil.com.br
Contatos:
Marcio Luiz e Márcia Raquel



Equipe Betta Brasil
falecom@bettabrasil.com.br




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Noticias: Novas espécies de coral são achadas em Galápagos


Cientistas descobriram até seis novas espécies de coral perto das Ilhas Galápagos, na costa do Equador, alimentando esperanças de que as formações podem ser mais resistentes ao aquecimento dos oceanos do que se acreditava.


O pesquisador Terry Dawson, da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha, que realizou a pesquisa marinha, disse à BBC Brasil que foram encontradas "cinco ou seis espécies novas para a ciência", além de "três outras que são novas para as Galápagos e são semelhantes a espécies encontradas em lugares como o Panamá e a Costa Rica".

Dawson acrescentou que também foi achada uma espécie que os cientistas acreditavam ter desaparecido após a última grande manifestação do fenômeno El Niño, entre 1997 e 1998.


O projeto de três anos, que procura auxiliar o governo do Equador na preservação do ecossistema das Galápagos, concentrou-se em duas ilhas - Wolf e Darwin - no noroeste do arquipélago.


El Niño
A descoberta levanta duas questões, disse Dawson. A primeira hipótese é que os corais seriam mais resistentes ao aquecimento das águas decorrente do El Niño do que se acreditava.

A segundo é que os corais podem estar se adaptando e se tornando mais resistentes ao fenômeno.

O pesquisador admite, contudo, que há pessimismo no mundo científico quanto ao futuro dos corais. Em longo prazo, se os corais não forem destruídos pelo aquecimento das águas, podem acabar vítimas da acidificação dos mares.


Esse fenômeno é provocado pela concentração de dióxido de carbono na atmosfera, que também provoca o aquecimento global.

Recifes de coral são formados por depósitos de carbonato de cálcio deixados ao longo de milhares de anos por bilhões de pequenos organismos chamados pólipos de coral.


Matéria retirada do site: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/bbc/2009/09/10/ult4432u2431.jhtm - no dia 10/09/2009




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Manutenção: Antonia

Em Junho, fizemos uma visita para uma cliente que havia comprado um aquário em nossa loja há 8 meses reclamando que não estava conseguindo manter peixes em seu aquário pois toda vez que trocava a água do aquário, morriam peixes.

Na visita, encontramos o aquário com as plantas precisando podar, algas petecas (Audouinella) , pH 7,2 e amônia a 1 ppm. O aquário possuía duas lâmpadas Boyu 20w (sendo que uma estava queimada), cannister Via Aqua , termostato Via Aqua 100w.





Passei orçamento da manutenção e assim que aprovado iniciamos a recuperação do aquário. Em vista da situação que se encontrava tínhamos duas oções:

1ª Tratar a água do aquário com algicida, diminuir o período de iluminação, colocar no filtro um removedor de fosfato e remover algumas plantas muito infestadas por alga peteca. Porém tal tratamento iria custar caro, em vista do que o cliente estava disposto a gastar.

Então passei para a segunda opção:


Retirei os peixes e coloquei em outro aquário, aproveitando o máximo possível da água antiga, removi pedras e lavei com maquina de alta pressão (tipo Wapp) e descartei todas as plantas, para que diminuísse ainda mais as chances de reincidivas de algas petecas.


Enquanto estava retirando a água aproveitei e removi certa quantidade do substrato (areia) que também estava muito infestado com algas. Tive de tomar muito cuidado nessa hora, pois o aquário fora montado com laterita e substrato fértil e não era interessante remove-los junto da areia.

Logo após a limpeza das pedras e colocar areia nova, inicie a limpeza das plantas que seriam utilizadas para layout.



(Para aprender como limpar plantas é só procurar as matérias com tema: Como limpar plantas antes de colocar no aquário)


A foto abaixo mostra o aquário já plantado, porém fiz um experimento com este aquário e coloquei algicida em excesso (durante o experimento o aquário estava sem peixes e coloquei poucas plantas), para tentar inibir ainda mais as chances de um possível surgimento de algas petecas e observar a respostas das plantas.


Passado uma semana, realizei uma TPA (troca parcial de água) de 60% e coloquei novas plantas e após 5 dias comecei gradativamente a colocar os peixes no aquário.


Nesta foto é possível observar o crescimento de algumas plantas.


Matéria postada por:

Thiago Cruz - thiago@aquariushobby.com.br

Av. Dr. Armando Sales de Oliveira, 730 Taquaral - Campinas SP CEP. 13076-015 Fone: +55 19 32949055 ou +55 19 19 32940644.





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Notícias: Feira de peixes será aberta hoje 14/08/2009

CLEBER LAZO

A partir de hoje, Mogi das Cruzes passará a ser rota de empresários dos ramos de lojas de animais, que comercializem peixes, tenham pesque-pagues, além de técnicos em aquarismo - profissionais que os utilizam como peças de decoração. Isso graças à feira de peixes ornamentais que passará a ser realizada todas as sextas-feiras, no Mercado do Produtor, no bairro do Mogilar. Além das espécies, serão vendidos acessórios e plantas, somente no atacado.

Excepcionalmente hoje, o evento vai ser aberto a partir das 16 horas e contará com a presença do prefeito em exercício José Antonio Cuco Pereira e do secretário municipal de Agricultura, Oswaldo Nagao. Nas próximas semanas, a exposição atenderá o público das 14 às 16 horas.

Segundo Nagao, o objetivo é difundir este ramo de atividade na Região. "Identificamos um crescimento acentuado e que não havia nenhum evento deste porte no Alto Tietê", afirmou.

Aproximadamente 30 pessoas criam peixes ornamentais na Cidade. "Eles não substituíram um produto pela criação dos peixes, mas conciliaram as plantações com a nova atividade", explicou.

Centenas de espécies serão expostas. Os preços são os mais variados possíveis, desde R$ 0,30 até mais de R$ 60,00.

Setenta e cinco expositores, de cidades como Igaratá, no Interior do Estado, vão ocupar uma área de 700 metros quadrados. Os peixes serão expostos dentro de sacos plásticos.

"As perspectivas são muito positivas, pois a adesão dos criadores e comerciantes à nossa ideia foi muito grande. Todas as vagas disponíveis estão preenchidas e temos 20 pessoas na fila de espera", destacou o secretário.

A ação, segundo ele, faz parte do programa para revitalizar, gradativamente, o Mercado do Produtor. "Quando falamos em revitalização, não estamos nos referindo apenas à questão física, mas também à profissionalização dos comerciantes, na melhoria da limpeza e ampliação da quantidade de produtos", assinalou Nagao. O evento poderá gerar mais de 100 empregos.

A vantagem de Mogi em relação a Guarulhos, onde ocorre uma grande feira de peixes ornamentais, segundo o secretário, é a localização próximo da Baixada Santista e Capital.

A Prefeitura também oferece outros atrativos aos expositores. Por meio de parceiras com a Fatec de Mogi, os produtores rurais serão informados sobre formas de criação e mesmo regularização no Ibama para aqueles que ainda têm pendência. Além da faculdade estadual, são parceiros da Prefeitura no projeto o Sindicato Rural e a Secretaria de Estado da Agricultura, por meio de seu escritório regional.

Matéria retirada do site: http://www.odiariodemogi.inf.br dia 14/08/2009





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Manejo Básico


Manejo Básico

O Betta splendens é bastante resistente, pouco exigente e bem fácil de ser criado. Requer pouco espaço (betteiras de 2 litros já bastam), a água não precisa ser aerada ou filtrada.


Lembre-se, em seu habitat natural, vivem em charcos e plantações de arroz (águas de pouca ou nenhuma correnteza, com baixos níveis de oxigênio) e sua alimentação é basicamente de mosquitos, larvas e vermes, encontrados em abundância nesses locais.



Quatro preocupações básicas precisam ser seguidas para manter o equilíbrio do aquário e evitar o estresse do peixe:


  1. Alimentação bem dosada, variada e balanceada
  2. Manter a água limpa, declorificada (sem cloro) e livre de restos de comida/dejetos dos peixes
  3. Manter o pH entre 6,8 e 7,4
  4. Manter a temperatura da água entre 24 e 30 °C

  1. Alimentação bem dosada, variada e balanceada


Alimente seu Betta splendens, preferencialmente 2 a 3 vezes ao dia. Numa quantidade suficiente para que não sobre alimento na água, que seja consumido imediatamente.

  • Ração granulada: ofereça 3 a 4 grânulos, no máximo, de cada vez.
  • Ração flocada: ofereça uma pitada pequena, bem esfarelada, de cada vez.

Seja exigente na escolha da marca, prefira alimentos capazes de atender as necessidades nutricionais do animal. Isto fará toda a diferença na saúde de seu peixe.


Se você tiver espaço em sua casa/apartamento, tempo e vontade, faça culturas de alimentos vivos. Eles são essenciais na dieta do Betta. Não podendo, compre em lojas de aquários ou de criadores conhecidos. Só não deixe de oferecê-los ao animal.


  • Ofereça alimentos vivos 2 ou 3 vezes por semana, se possível variando o alimento, expandindo as opções do cardápio (alguns alimentos vivos, em alguns períodos do ano, são mais difíceis de se conseguir - geralmente no inverno, nas regiões muito frias).

Na mudança de dieta, é provável que o peixe estranhe o novo alimento. Tenha paciência! Esta é uma reação nornal do peixe e pode ser observada também em outros animais. Vá oferecendo insistentemente e retirando o que foi rejeitado do aquário.



Leia o tópico "alimentação equilibrada" (www.bettabrasil.com.br). Nele discorremos com mais detalhes sobre os alimentos industrializados e vivos.


  1. Água limpa, declorificada (sem cloro) e livre de restos de comida/dejetos do peixe

Em geral, precisamos trocar parcialmente a água da betteira a cada 4 ou 5 dias. Procure substituir algo próximo dos 30% da água do aquário (vide: alertas sobre cuidados com o pH e a temperatura da água).

  • Passe de 70% da água do aquário para outra vasilha (provisória);
  • Em seguida passe o Betta para esta vasilha. Pegue-o com um puçá (redinha), jamais com a mão;
  • Jogue fora o restante da água, limpe bem o aquário, sem produtos químicos (sabão, detergente, etc.);
  • Coloque 30% de água:
    • limpa, descansada, declorificada (existem vários produtos no mercado para este fim - prefira aqueles que preservam a mucosa do peixe);
    • com pH tendendo para 7,0 (neutro); e
    • temperatura na faixa entre 24 e 30 °C, o mais próximo possível da temperatura atual da água da betteira;
  • Volte o peixe e a água que estavam na vasilha provisória, para a betteira.

Assim você evita o estresse excessivo do peixe, preservando sua resistência à doenças e problemas futuros.



  1. Manter o pH entre 6,8 e 7,4

O grau de acidificação ou alcalinidade da água é expressado em valores de pH, o que literalmente significa "poder de hidrogênio".


Esta escala é baseada na inversa concentração de íons de hidrogênio na água, quanto mais íons de hidrogênio, mais ácida é a água e mais baixo o valor do pH, então, quanto menos íons de hidrogênio, mais alcalina será a água e maior será seu valor de pH.


A escala de pH varia entre 0 (extremamente ácida) até 14 (extremamente alcalina), com um pH de 7 sua água será neutra.


escala de pH


Existem muitas opções de kits de medição e produtos para correção de pH, em lojas de aquários, à preços acessíveis. Antes de acrescentar/trocar a água na betteira (aquário), procure equalizar o pH da água descansada e declorificada, tentando levá-la num ponto intermediário entre o pH da água que está no aquário no momento e a neutralidade da água. É preciso evitar grandes alterações de pH e conseqüente estresse do peixe.


Para a correção do pH, siga rigorosamente as instruções do fabricante dos produtos corretivos, tendo como regra básica o exercício da paciência.


Faça a correção do pH de forma lenta, fazendo medições intermediárias, até chegar no ponto considerado ideal. A escala do pH é logarítmica. Um pH de 5,5 é 10 vezes mais ácido do que água com um pH de 6,5. Alterar o pH de forma rápida e abrupta na escala de medição, pode lhe parecer pouco, mas é muito perturbador para os peixes.


  1. Manter a temperatura da água entre 24 e 30 °C

O peixe é um animal pecilotérmico, isto é, adquire a temperatura do meio onde vive. Não possui sangue quente como os mamíferos, por isso o mecanismo biológico está condicionado a temperatura ambiente.


Os cuidados com os parâmetros da água, não se restringem a parâmetros químicos. A temperatura é de vital importância para o peixe. Uma variação brusca na temperatura da água pode ser muito prejudicial a vida do animal.



Para o Betta splendens a temperatura mais adequada deve estar entre 24 e 30 ºC. Nesse intervalo de temperatura as suas funções fisiológicas são estimuladas (crescimento, alimentação e procriação).


Para sabermos a temperatura do aquário, usamos um termômetro que pode ser interno, feito com mercúrio, ou digital (plástico), que é colado no vidro, na parte externa.


Para manter a temperatura sob controle, precisamos de um termostato e de um aquecedor. O termostato se encarrega de ligar e desligar o aquecedor, sempre que necessário.


Nas trocas parciais de água, evite colocar a água nova em uma temperatura muito diferente da encontrada no aquário, principalmente no inverno.


Saiba mais sobre a espécie visitando o website Betta Brasil (http://www.bettabrasil.com.br) e participando do grupo de discussões sobre o tema, mantido pelo mesmo website: http://br.groups.yahoo.com/group/bettabrasil/.

Marcio Luiz de Araujo
falecom@bettabrasil.com.br
Empresário da área de TI, desenvolve soluções para web. Graduado em Administração de Empresas pela PUC Campinas/SP. Aquarista hobbysta, apaixonado pela espécie Betta splendens, desenvolve e mantém o website Betta Brasil, é owner do Grupo de Discussões Betta Brasil.





Nós confiamos em Deus!


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